CSAFE SIGNS MASTER LEASE WITH CATHAY PACIFIC AIRWAYS TO FURTHER ENHANCE HEALTHCARE AND PHARMACEUTICAL TRANSPORT

DAYTON, OHIO (June 16, 2010) – CSafe, LLC, www.csafellc.com, manufacturer of the AcuTemp® RKN active temperature controlled cargo container, and Cathay Pacific, one of the world’s top ten international providers of air cargo services, have signed a master lease agreement for CSafe’s active temperature controlled containers.

The agreement enhances the product offerings provided by Cathay Pacific’s PHARMA LIFT service in meeting the needs of healthcare and pharmaceutical customers that require strict temperature control of their products during transport. The FAA and EASA approved AcuTemp RKN offers the superior performance needed for shipping products with temperature requirements between +4 degrees Celsius to + 25 degrees Celsius.

“We have had much success with the use of the AcuTemp RKN and with it, have been able to offer our customers satisfied performance benefits of the unit,” said Jack Lo, Cargo Product and Marketing Manager of Cathay Pacific. “The heating and cooling capability of this unit, plus its ability to operate in extreme ambient conditions without the use of dry ice has been a welcome addition to our worldwide PHARMA LIFT product offering,” he said.

Três linhas de produção de vacinas do Instituto Butantan têm pendências

Fonte: Estadão.com.br/saúde - 11 de junho de 2010

Além da antirrábica, Instituto Butantan enfrenta problemas com as de hepatite B, tríplice e soros

SÃO PAULO - Além do suposto problema no fornecimento da vacina antirrábica, outras três linhas de produção de imunizantes do Instituto Butantan, ligado ao governo estadual, estão com pendências que impediram a revalidação do certificado de boas práticas de fabricação, segundo informações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Os problemas foram detectados na produção das vacinas contra hepatite B e tríplice bacteriana (difteria, tétano e coqueluche) e dos soros hiperimunes (contra picadas de animais peçonhentos). Excluindo a vacina da gripe, que é apenas formulada e envasada no Butantan, e a antirrábica, esses três produtos correspondem a toda a produção de soros e vacinas do instituto.

O presidente da Anvisa, Dirceu Raposo, afirmou ao jornal O Estado de S. Paulo que as pendências encontradas não oferecem risco sanitário e, por isso, a fábrica continua em funcionamento. Ele não revela, no entanto, que pendências são essas.

NORMAS TÉCNICAS E A CERTIFICAÇÃO, GARANTINDO A SEGURANÇA DE ALIMENTOS

Data:11 de junho de 2010

Local:Auditório da Fispal Tecnologia – Feira Internacional de Embalagens, Processos e Logística para as Indústrias de Alimentos e Bebidas – Anhembi – São Paulo, SP

Programação

 * 10 h 30 min– Abertura
- Presidente da ABNT
- Diretor do SEBRAE
- Presidente da ABRAS
- Presidente da FISPAL

PALESTRAS

RDC 17 – Foco na Esterilização


A ANVISA publicou recentemente a Resolução RDC Nº 17, em 16/04/2010, que dispõe sobre as "Boas Práticas de Fabricação de Medicamentos". Esta resolução revogou a RDC Nº 210, que estava em vigor desde 2003. Neste documento selecionei os pontos importantes sobre as exigências para a Esterilização. No documento RDC 17 – Pontos importantes, separei os artigos relacionados com a atividade de validação térmica.

Logo no início do Capítulo V - Esterilização, verificamos que a ANVISA segue a mesma tendência que os demais órgãos reguladores internacionais, onde a esterilização por calor é o método preferencial para esterilização do produto em seu recipiente final.  
No artigo 351 está indicada a exigência de validação de todos os processos de esterilização, considerando as diferentes cargas. Desta maneira, na validação de uma carga, deverá ser levando em consideração os limites de carga mínima e máxima, e estas deverão ser avaliadas. No 2º parágrafo está indicado que o processo de esterilização deve seguir a descrição das farmacopéias, e como em todas elas o documento "Technical Monograph nº1 do PDA (Parental Drug Association)" é usado como sugestão de referencia técnica a ser seguida, sua utilização é adequada na determinação dos critérios de aceitação do processo de esterilização.

RDC 17 – Pontos Importantes

A ANVISA publicou recentemente a Resolução RDC Nº 17, em 16/04/2010, que dispõe sobre as “Boas Práticas de Fabricação de Medicamentos”. Esta resolução revogou a RDC Nº 210, que estava em vigor desde 2003. Esta nova resolução tem 65 páginas e pouco mais de 600 artigos. Neste documento separei os artigos importantes para a atividade de validação térmica.

No artigo 13, 3º parágrafo, fica evidenciada a necessidade da realização de qualificações e validações, por pessoas qualificadas e treinadas, utilizando equipamentos adequados, com procedimentos e instruções vigentes. Para que possamos demonstrar que atendemos a essas exigências, temos que documentar o treinamento dos técnicos que fazem as medições termométricas, demonstrar que os procedimentos adotados estão de acordo com as normas técnicas vigentes, nacionais e internacionais, assim como que os sistemas de aquisição de dados atendem as exigências de especificação contidas nestas normas.

No Capítulo IV, que trata de Qualificação e Validação (Artigos 15 a 25), temos que a validação térmica de um equipamento deve ser realizada com base nos aspectos críticos do processo, e que os desafios deverão estar definidos e documentados no plano mestre de validação. Todas as atividades envolvidas na validação térmica deverão ser conduzidas de acordo com um protocolo previamente aprovado. O resultado da qualificação e validação deste equipamento deverá fornecer evidencias de que atende as especificações da qualificação de projeto (QP), qualificação de instalação (QI), qualificação de operação (QO) e qualificação de desempenho (QD). Após a aprovação formal do relatório final de validação térmica, deve-se elaborar um programa de monitoramento desta validação, pois atingir a validação térmica de um equipamento não isenta o usuário de verificar se os resultados obtidos serão mantidos até a próxima re-validação.

A câmara externa de uma Autoclave pode ser utilizada como Gerador de Vapor?


A utilização da câmara externa como "gerador de vapor" me faz lembrar da primeira autoclave projetada em 1880 por Chamberland, onde o vapor era gerado, através de resistências elétricas e água, dentro da própria câmara interna. Apesar do conceito de esterilização a vapor saturado ser o mesmo desde aquela época, tivemos uma evolução nos critérios de aceitação para este tipo de processo visando garantir a esterilização, que não é um processo absoluto. A esterilização através de vapor saturado, para cargas secas, ocorre somente quando o vapor entra em contato com o material a ser processado, e sabemos hoje que a presença de gases não condensáveis e o título do vapor inadequado são barreiras neste processo. Comparando os projetos atuais com a primeira autoclave, temos as seguintes alterações introduzidas nas autoclaves atuais para aumentar a garantia do processo de esterilização:

a) gerador externo de vapor: tem como objetivo fornecer o vapor saturado, com pressão e volume constante, evitando o vapor super aquecido ou super saturado.
b) câmara externa envolvendo a câmara interna: normalmente mantida de 10% a 15% acima da pressão da câmara interna, tem como objetivo condicionar a temperatura das paredes internas da autoclave, evitando a condensação o vapor por diferencial de temperatura dentro da câmara interna, condensação esta que altera o título do vapor e prejudica a distribuição térmica dentro da câmara interna.
c) bomba de vácuo: Possui dois objetivos, remoção dos gases não condensáveis no início do ciclo e remoção do vapor, antes de sua condensação, ao término do ciclo.
d) controle microprocessado: Garantir que os tempos e temperatura de cada fase de esterilização estejam sempre dentro da faixa de operação pré estabelecida.
e) dispositivos de segurança: diversos componentes voltados para a segurança dos operadores.

Diante disto, a indicação de se utilizar a câmara externa como gerador de vapor irá impactar nos seguintes pontos:

1) Todo gerador de vapor, para garantir pressão e volume de fornecimento constantes, é dimensionado para trabalhar com uma pressão de 30% a 50% (irei adotar 3,0 Kgf/cm2 para exemplificar) maior que pressão da câmara externa, nos ciclos a uma temperatura de 134ºC, cuja pressão é de 2,2 Kgf/cm2. Por outro lado a câmara externa trabalha com uma pressão de 10% a 15% (irei adotar 2,4 Kgf/cm2 para exemplificar) acima da pressão da câmera interna. Usando a câmara externa como gerador de vapor temos um problema que não há como se resolver, pois para garantirmos a pressão e volume constante de fornecimento de vapor durante o ciclo de esterilização, teríamos que ter a câmara externa ajustada para trabalhar (usando os meus valores como exemplo) com 3,0 Kgf/cm2 de pressão e nesta condição teremos um efeito indesejável que é o de condução térmica da câmara externa para a câmara interna causando um aumentado descontrolado da temperatura dentro da câmara interna, interferindo no título do vapor. Por outro lado se a pressão da câmara externa for ajustada para 2,4 Kgf/cm2 teremos uma geração de vapor insuficiente, pois o diferencial de pressão é praticamente nulo, fazendo com que todo vapor gerado seja consumido pelo equipamento, aumentando a condensação por perdas térmicas, interferindo no título do vapor.
2) Outro agravante esta no objetivo de funcionamento da câmara externa. Como a sua função é de condicionar as paredes da câmara interna para evitar condensação do vapor por diferencial de temperatura, teremos neste sistema pelo menos ¼ da câmara externa a uma temperatura muito abaixo de 100ºC, pois para gerar vapor existe a necessidade de haver água, e esta também estará presente na câmara externa.
3) Como a câmara externa está sendo utilizada para gerar vapor, teremos um problema de excesso temperatura nos ciclos a 121ºC, cuja pressão é de 1,1 Kgf/cm2, pois mesmo que a pressão esteja ajustada para 2,4 Kgf/cm2 teremos uma condução térmica que irá aumentar a temperatura da câmara interna em 10ºC do ponto de controle. Mesmo que o equipamento controle a geração de vapor de acordo com a temperatura de operação, além do problema exposto no item anterior, haverá um problema de distribuição térmica quando um ciclo de 121ºC for realizado logo após um ciclo de 134ºC, pois não haverá a redução da pressão da câmara externa imediatamente, uma vez que está sendo utilizada como gerador de vapor.
4) Com a revogação da ABNT NBR ISO 11.134:2001, pela ABNT NBR ISO 17.665-1:2010, onde os critérios de aceitação para distribuição térmica e pressão deixaram de constar na norma, passando a "bola" para o usuário que irá validar o seu equipamento determinar estes critérios, e levando em consideração que estes valores não poderão ser adotados arbritariamente, serão adotados os critérios constantes em normas de validação mais recentes. Neste caso será a EN 285:2006, na qual além dos valores de variação de temperatura, ela também exige que seja calculada a temperatura de saturação do vapor, com base na pressão absoluta medida durante a fase de exposição, e que a diferença entre a temperatura medida e a calculada com base na pressão não poderá ser maior que 2ºC. Portanto, a configuração do gerador de vapor junto com a câmara externa, provavelmente não atenderá este requisito.

XV Jornada de Controle de Infecção Hospitalar de Ribeirão Preto

Público alvo: Médicos em geral, mas foco em infectologista e médicos ligados à administração e direção de hospitais; Enfermeiros e técnicos de enfermágem; Biomédicos; Residentes de infectologia, de saúde pública; Agentes de fiscalização de controle de infecção hospitalar e estudantes de medicina, enfermagem e biomedicina.

  • Realização: Hospital São Francisco
  • Organização: Hospital São Francisco
  • Data: 07 e 08 de Maio de 2010 - (sexta e sábado)
  • Local: Centro de Convenções de Ribeirão Preto
  • Rua Bernardino de Campos, 999
  • Ribeirão Preto / SP
  • Tel.: (16) 2138-3115
  • Faça aqui sua inscrição: http://www.saofrancisco.com.br/sfjornada/


PDA Technical Report No. 46 Last Mile: Guidance for Good Distribution Practices for Pharmaceutical Products to the End User

PDA Technical Report No. 46 Last Mile: Guidance for Good Distribution Practices for Pharmaceutical Products to the End User has sorted through the various distribution regulations in major markets to provide guidance on the proper handling of controlled-temperature medicinal products and devices along the final legs of the distribution chain. 2010. 38 pages.

Mais informações: http://www.pda.org/MainMenuCategory/Publications/PDA-Technical-Reports.aspx

VII SIMPÓSIO ESTADUAL DE INFECÇÃO HOSPITALAR


SERVIÇOS DE SAÚDE: RISCOS AMBIENTAIS E CONTROLE DE INFECÇÃO



Local: Auditório A Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia Data: 20/05/2010

Coordenação: Divisão de Infecção Hospitalar – CVE/CCD/SES-SP

O Simpósio Estadual de Infecção Hospitalar é um evento anual coordenado pela Divisão de Infecção Hospitalar – CVE/CCD/SES-SP que tem como público alvo profissionais do controle de infecção hospitalar (médicos, enfermeiros, farmacêuticos), profissionais de laboratório de microbiologia (hospitais públicos, hospitais-escola, laboratórios de referência), profissionais de vigilância epidemiológica e sanitária. O objetivo do evento é a discussão de temas relevantes e atuais relacionados à prevenção e controle das infecções associadas à assistência a saúde (IRAS).PROGRAMA PRELIMINAR

Informações e Inscrições: http://sistema.saude.sp.gov.br/sde/evento-apresenta.php?evento_id=65&menu_atual=principal